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Sócrates I

Disponho na sequência alguns vídeos sobre Sócrates.

Vídeo biográfico produzido pela TV Cultura:

Trecho do filme Sócrates (Roberto Rossellini, 1971). Nesse trecho ocorre o diálogo com Hípias e é possível dizer que a noção de ironia se faz exemplificada:

Trecho do filme Sócrates no qual a noção de maiêutica aparece – parcialmente, vale notar:

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Ciência e Sociedade I
Charge de Millor Fernandes publicada no "Jornal do Brasil" ironiza a negativa do governo brasileiro sobre a existência de uma área para testes nucleares e despejo de lixo atômico ; fonte:     http://m.memorialdademocracia.com.br/card/militares-querem-a-bomba-atomica#

Charge de Millor Fernandes publicada no “Jornal do Brasil” ironiza a negativa do governo brasileiro sobre a existência de uma área para testes nucleares e despejo de lixo atômico ; fonte: http://m.memorialdademocracia.com.br/card/militares-querem-a-bomba-atomica#

Segue o texto do físico Luiz Pinguelli Rosa cujo título é A Física entre a guerra e a paz – reflexões sobre a responsabilidade social da ciência. No texto Luiz Pinguelli Rosa apresenta um panorama das relações possíveis entre ciência e sociedade articuladas a partir da perspectiva da guerra e do papel que a física foi alçada sobretudo no século XX. Para facilitar a leitura sugiro que as notas sejam ignoradas, exceto a partir da nota 26 (daí em diante há interessantes relatos da história do uso da energia nuclear no Brasil).

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Abaixo segue um conjunto de questões que orienta a leitura do texto.

Questionário “A Física entre a guerra e a paz – Reflexões sobre a responsabilidade social da ciência” de Luiz Pinguelli Rosa

1) No início do texto o autor busca mostrar que há uma relação entre ciência e sociedade. Que relação é essa?

2) Sobre a visão apresentada pelo autor a respeito da ciência moderna: ela é novidade para você? Você tinha uma visão distinta de Galileu e Newton antes da leitura do texto?

3) Qual a posição de Boris Hessen sobre o modo correto de se entender a atividade científica? Ela lhe parece coerente? Por quê?

4) Em que a obra de Newton “Princípios Matemáticos de Filosofia Natural” (Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica) relacionar-se-ia com as demandas da sociedade?

5) Qual o papel desempenhado pelos movimentos sociais na modificação da consciência a respeito dos problemas ligados ao desenvolvimento científico e tecnológico?

6) Como os governos dos EUA e Inglaterra trataram as posições de Bohr a respeito do seu possível alerta à União Soviética?

7) Quais são os limites para a colaboração do cientista no que diz respeito à construção de armamentos segundo o texto?

8) A posição de Popper sobre a consciência e responsabilidade do cientista sobre o uso de suas descobertas/invenções pelo cientista é de um tipo; a de Einstein e Bertrand Russell é de outro. Descreva ambas e responda: qual é aquela que lhe parece mais coerente? E por quê?

9) O autor defende que as questões relacionadas à ciência são éticas, mas também políticas. Por que políticas? Você concorda com o autor?

10) Você considera um tema pertinente ao próprio cientista/técnico as consequências de seu trabalho? Por quê? Se sim, avente hipóteses de como é possível estabelecer diretrizes ou iniciativas que diminuam os efeitos nocivos ligados a isso.

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Ainda segue dois links de reportagens que enfatizam dramaticamente a relação que ciência e sociedade podem assumir:

Revista Galileu – Stephen Hawking e centenas de cientistas assinam carta contra armas autônomas

BBC – Stephen Hawking: Inteligência artificial pode destruir a humanidade

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Recuperação da prova sobre Filosofia da Ciência
Rudolf Carnap, na capa da edição brasileira da coleção Os Pensadores

Rudolf Carnap, filósofo alemão, na capa da edição brasileira da coleção Os Pensadores

 

A recuperação da prova cujo assunto foi Filosofia da Ciência dar-se-á por meio da escrita de uma resenha sobre o texto abaixo:

Uma revisão/discussão sobre a filosofia da ciência – Reinaldo Furlan

Como orientação geral, a resenha deve contemplar: i) os principais argumentos do texto em questão; ii) os temas trabalhados em sala de aula devem ser relacionados com o texto.

A resenha deve conter: no mínimo 30 linhas; fonte Times New Roman; texto justificado; impressa, de preferência; referências bibliográficas. Ela deve ser entregue na semana imediatamente posterior à entrega da prova corrigida.

Quaisquer dúvidas podem ser enviadas ao e-mail institucional hernandez.eichenberger arroba luzerna.ifc.edu.br .

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Recuperação da prova sobre mitos
Francisco de Goya, Saturno devorando seu filho, 1819-1823

Francisco de Goya, Saturno devorando seu filho, 1819-1823

 

A recuperação da prova a respeito de mitos consistirá em fazer uma redação respondendo a seguinte pergunta: “Há mitos no mundo contemporâneo?”. Isto é, no mundo atual, ainda nos valemos, em algum nível, de discursos que buscam produzir um sentido às nossas vidas ainda que essas narrativas não se amparem completamente em fatos?

Como orientação geral para a redação: i) deve-se se valer dos textos usados em sala (seja de algum mito específico, seja de Xenófanes); ii) deve-se relacionar a ideia geral de um dos três textos abaixo (à escolha do estudante) para construir uma resposta para a questão proposta; iii) deve-se constar na redação, a depender da escolha do texto, a explicação da razão pela qual o assunto debatido no texto auxiliar (seja o progresso, seja Senna, seja a democracia racial) é um mito; iv) se quiser aponte outros mitos contemporâneos.

Eis os textos:

O Mito do Progresso – Gilberto Dupas

Rever Senna: da morte de um ídolo à construção do herói contemporâneo – Sandra Maria Lucia Pereira Gonçalves

Ação Afirmativa e a Rediscussão do Mito da Democracia Racial no Brasil – Joaze Bernardino

A redação deve conter: de 20 a 30 linhas; fonte Times New Roman; texto justificado; impressa, de preferência. Ela deve ser entregue na semana imediatamente posterior à entrega da prova corrigida.

Quaisquer dúvidas podem ser enviadas ao e-mail institucional hernandez.eichenberger arroba luzerna.ifc.edu.br .

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Transgênicos

transgenicos ogm

 

Abaixo posto algumas referências a respeito da questão dos organismos geneticamente modificados na alimentação, isto é, os alimentos transgênicos. Esse tema tem mobilizado a comunidade científica e a opinião pública nos últimos tempos em virtude do fato de ser um tema de primeira importância, com eventuais consequências ligadas à saúde pública e que abarca uma variedade bastante ampla de dimensões – éticas, científicas, econômicas, políticas.

Os textos abaixo são introdutórios a respeito do assunto. Não há pretensão nessa postagem em ser exaustivo, isto é, abarcar todas as dimensões do problema. Contudo, tentei observar textos que emitem opiniões distintas acerca dos transgênicos. Sugestões nesse sentido são bem vindas.

O que são alimentos transgênicos

Transgênicos – prós e contras

Saiba o que são alimentos transgênicos e seus riscos

Ruim para o produtor e ruim para o consumidor

Há alternativas ao uso dos transgênicos? – Huch Lacey

Transgênicos e seus prós e contras – Edilaine Bastos Silva

Entenda o ponto de vista de quem é contra e quem é a favor dos transgênicos

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Materiais sobre Nietzsche
Portrait of Friedrich Nietzsche by Edvard Munch, c. 1906; Munch-museet, Oslo, Norway; De Agostini Picture Library/Bridgeman Images

Portrait of Friedrich Nietzsche by Edvard Munch, c. 1906; Munch-museet, Oslo, Norway; De Agostini Picture Library/Bridgeman Images

Abaixo posto alguns materiais sobre Nietzsche.

Inicialmente as citações distribuídas em sala retiradas de A Genealogia da Moral:

“O levante dos escravos na moral começa quando o ressentimento mesmo se torna criador e pare valores: o ressentimento de seres tais, aos quais está vedada a reação propriamente dita, o ato, e que somente por uma vingança imaginária ficam quites. Enquanto a moral nobre brota de um triunfante dizer-sim a si próprio, a moral de escravos diz não, logo de início, a um ‘fora’, a um ‘outro’, a um ‘não-mesmo’. E esse ‘não’ é seu ato criador” (Primeira dissertação, §10).

“Todos os instintos que não se descarregam para fora voltam-se para dentro – é isto que eu denomino a interiorização do homem: é somente com isso que cresce no homem aquilo que mais tarde se denomina sua ‘alma’” (Segunda dissertação, §16).

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Curta-metragem Meu amigo Nietzsche de Fáuston da Silva (2012):

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História em quadrinho sobre a filosofia de Nietzsche retirado do livro Filósofos em ação (Roteiro de Van Lente, Arte de Ryan Dunlavey, Gal Editora, pp. 29-34).

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Sobre a pena de morte
Cartaz do filme "Doze Homens e uma Sentença" (1957) do diretor Sidney Lumet

Cartaz do filme “Doze Homens e uma Sentença” (1957) do diretor Sidney Lumet

Tendo em vista o debate a ser realizado em EMITST 2015, abaixo disponibilizo diferentes referências a respeito do assunto escolhido pela turma a ser debatido, a saber, o tema da Pena de Morte. Todos os alunos, estejam nos grupos de acusação, defesa ou júri, devem tomar contato com o material, na medida em que precisam formular argumentos e juízos a respeito.

O material é bastante variado. Vai desde sites bastante superficiais até artigos mais profundos. Parte do trabalho das equipes é julgar as fontes (ou seja, toma-las como inadequadas ou adequadas) e selecionar outras.

5 Argumentos a Favor e Contra a Pena de Morte

Argumentos a favor e contra a pena de morte

Pela pena de morte

Pena de morte: a favor ou contra?

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Cultura Grega: colonização, filosofia e língua

Alguns temas de Cultura grega. Como sabemos, a Grécia antiga teve um papel central no surgimento e desenvolvimento da filosofia. Daí que haja interesse em conhecer alguns aspectos básicos de sua formação e daquilo que ela ainda nos herda.

A primeira observação diz respeito ao fato de que o que chamamos Grécia Antiga não se confunde com os limites atuais da Grécia. A cultura grega espalhou-se por todo o mar Mediterrâneo e formou variadas colônias. Abaixo dois mapas (retirados de ARRUDA, José Jobson. Atlas Histórico Básico, São Paulo: Ática, p. 8) que mostram até onde a cultura grega se espraiou.

 Colonização Grega e Fenícia

Grécia Antiga

Vimos em nossas aulas o pioneirismo do filósofo Xenófanes, nascido em Colofão (hoje costa leste da Turquia) na crítica aos mitos. Abaixo uma pequena biografia e alguns dos fragmentos que restaram de sua obra, escritos em verso.

From Thomas Stanley, (1655), The history of philosophy

From Thomas Stanley, (1655), The history of philosophy: containing the lives, opinions, actions and Discourses of the Philosophers of every Sect, illustrated with effigies of divers of them.

 

Xenófanes (cerca de 570-528 a.C.)

Segundo Apolodoro, Xenófanes nasceu em Colofão, na Jônia, de onde se viu forçado a emigrar, quando ainda jovem, levando então vida errante. Passou parte de sua vida na Sicília. Foi poeta, sábio e rapsodo, cantando seus poemas através da Grécia. Em oposição aos filósofos de Mileto, só escreveu em verso. Fez-se famoso com os ataques aos poetas (Hesíodo e Homero) e aos pensadores (Tales, Pitágoras e Epimênides).

Tudo aos deuses atribuíram Homero e Hesíodo,

Tudo quanto entre os homens merece repulsa e censura,

Roubo, adultério e fraude mútua

.

Mas os mortais acreditam que os deuses são gerados,

Que como eles se vestem e têm voz e corpo

.

Mas se mãos tivessem os bois, os cavalos e os leões

E pudesse com as mãos desenhar e criar obras como os homens,

Os cavalos semelhantes aos cavalos, os bois semelhantes aos bois,

Desenhariam as formas dos deuses e os corpos fariam

Tais quais eles próprios têm.

.

Os egípcios dizem que os deuses têm nariz chato e são negros,

os trácios, que eles têm olhos verdes e cabelos ruivos.

Fonte: J. Cavalcante de Souza (org.). Pré-socráticos, São Paulo: Abril Cultural, 1978.

A língua grega nos legou uma série de palavras que fazem parte de nosso vocabulário ainda hoje. Não por acaso se tratam de palavras de suma importância política e científica: Democracia, Oligarquia, Biologia, Física etc. Abaixo disponibilizo um arquivo com algumas páginas do livro Isso é grego para mim de Nélio Schneider (Porto Alegre: Unisinos, 2006). A quem se interessar por etimologia é uma ótima fonte. É possível notar que uma miríade de palavras do português é diretamente derivada do grego.

Radicais e Prefixos Gregos – Nélio Schneider

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Júri simulado sobre Eutanásia
Cartaz do filme "Você não conhece o Jack" de 2010, direção de Barry Levinson, que conta a história do médico Jack Kevorkian, interpretado por Al Pacino, um importante ícone da eutanásia nos EUA. Em inglês, no cartaz, em tradução livre: "Este homem quer que você morra... em seus próprios termos"

Cartaz do filme “Você não conhece o Jack” de 2010, direção de Barry Levinson, que conta a história do médico Jack Kevorkian, interpretado por Al Pacino, um importante ícone da eutanásia nos EUA. Em inglês, no cartaz, em tradução livre: “Este homem quer que você morra… em seus próprios termos”

Tendo em vista o júri simulado a ser realizado em EMITAI 2015, abaixo disponibilizo diferentes referências a respeito do assunto escolhido pela turma a ser debatido, a saber, o tema da Eutanásia. Todos os alunos, estejam nos grupos de acusação, defesa ou júri, devem tomar contato com o material, na medida em que precisam formular argumentos e juízos a respeito.

O material é bastante variado. Vai desde sites bastante superficiais até artigos mais profundos sobre bioética. Parte do trabalho das equipes é julgar as fontes (ou seja, toma-las como inadequadas ou adequadas) e selecionar outras.

Eutanásia: A favor ou contra? – Scarlett Marton

Argumentos em favor e contra a Eutanásia

Reflexões bioéticas sobre a eutanásia a partir de caso paradigmático – Daniel Abreu Santos e outros autores

Eutanásia: pelas veredas da morte e da autonomia – Rodrigo Siqueira-Batista e Fermin Roland Schramm

Eutanásia: contra ou a favor? – Luiz de Carvalho Ramos

Como defender a vida diante dos argumentos a favor da eutanásia e o suicídio assistido

Qual a diferença entre eutanásia, distanásia e ortotanásia?

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Filosofia da Ciência II
Andreas Cellarius, Planisphaerium Copernicanum, 1660

Andreas Cellarius, Planisphaerium Copernicanum, 1660

 

Conforme comentado em sala nos terceiros anos, disponho o texto A Torre de Babel Científica de Roberto de Andrade Martins (mais trabalhos do professor Roberto Martins podem ser acessados em sua página pessoal do academia.edu, de onde o texto foi retirado; ele foi publicado originalmente na revista Scientific American, nº 6).

 

Em vista desse artigo foi-se pedido um pequeno trabalho. A atividade se trata em escrever um texto no qual se deve descrever quais são os três motivos pelos quais a ciência não pode atingir a verdade segundo comentado por Martins (pp. 12-13). Pode-se – e é mesmo indicado – que se adicione observações de cunho pessoal ao fim do trabalho, avaliando as ideias do autor na medida do possível. A atividade deve ser entregue em nossa próxima aula (8 de março).

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